"[...] Pelo Espírito Santo, é o próprio Deus que vem habitar em nós. Sem intermediários, ele está presente. É para nos fazer entrar numa relação pessoal com Deus que o Espírito Santo nos é dado.
Se o Espírito Santo permanece frequentemente discreto, apagando-se a si próprio, é porque não quer tomar o nosso lugar mas sim fortificar a nossa pessoa. No mais profundo do nosso ser, ele diz infatigavelmente o sim de Deus à nossa existência. Há uma oração que é acessível a todos: «Que o teu espírito de bondade me conduza!» (Salmo 143,10). Levados por esse sopro, podemos avançar. [...]"
Se o Espírito Santo permanece frequentemente discreto, apagando-se a si próprio, é porque não quer tomar o nosso lugar mas sim fortificar a nossa pessoa. No mais profundo do nosso ser, ele diz infatigavelmente o sim de Deus à nossa existência. Há uma oração que é acessível a todos: «Que o teu espírito de bondade me conduza!» (Salmo 143,10). Levados por esse sopro, podemos avançar. [...]"
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Ir. Aloïs, Prior de Taizé
Pentecostes: «Que o teu espírito de bondade me conduza!»


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