Cada Padre é, assim, anunciador de uma felicidade que jamais o mundo e a sua «lógica» poderão oferecer a cada coração humano. Simplesmente porque o sacerdócio é sempre um dom de Deus. Por essa razão, o sacerdote, estando no mundo, não é nunca desse mesmo mundo! O ministério presbiteral com que cada sacerdote está marcado e revestido, projecta-o, necessariamente, para o Reino de Deus que já está no meio de nós. Advém daí, então, a responsabilidade de toda a Igreja diante do Sacramento da Ordem.
Na verdade, “ter padres ou não ter padres é responsabilidade diante de Deus e da história. Responsabilidade pelo respeito que devemos ter por eles; tratá-los como algo que Deus tocou… Como consagrados eles são coisa de Deus; como humanos, eles são frágeis como todas as criaturas” (D. José Policarpo…).
Na verdade, “ter padres ou não ter padres é responsabilidade diante de Deus e da história. Responsabilidade pelo respeito que devemos ter por eles; tratá-los como algo que Deus tocou… Como consagrados eles são coisa de Deus; como humanos, eles são frágeis como todas as criaturas” (D. José Policarpo…).
download
Pe. António Teixeira
na Carta à Paróquia do Estoril por ocasião do Ano Sacredotal


0 Comentários:
Enviar um comentário